terça-feira, 30 de agosto de 2016

HOMENAGEM À INFANTA DONA MARIA ADELAIDE


No próximo dia 10 de Setembro pelas 15,00hs a Real Associação de Lisboa, através do seu Núcleo Sul do Tejo promove uma homenagem a S. A., A Senhora Infanta Dona Maria Adelaide que decorrerá na Fragata “D. Fernando II e Glória”, na Doca de Cacilhas. Esta evocação contará, além dos os testemunhos vivos dos seus familiares e amigos próximos, com o depoimento de Raquel Ochoa, autora do livro “A Infanta Rebelde”.
Dona Maria Adelaide de Bragança van Uden (1912-2012), neta de Dom Miguel I de Portugal, é um exemplo de cidadania e serviço ao próximo, desde os dias da resistência ao III Reich até à obra social da Fundação D. Nuno Álvares Pereira por si criada.
Para mais esclarecimentos e inscrições contacte-nos através do endereço secretariado@reallisboa.pt, pelo telefone 21 342 8115 ou presencialmente na nossa Sede – a partir de 5ª feira dia 1 de Setembro.
Contamos com a sua presença!

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

CELEBRAÇÃO DOS 125 ANOS DA CHEGADA DO COMBOIO À COVILHÃ - VISITA DOS REIS DOM CARLOS E RAINHA DONA AMÉLIA


Com o objectivo de assinalar os 125 anos da chegada do comboio à Covilhã, a autarquia em parceria com as Infraestruturas de Portugal, CP, Fundação do Museu Nacional Ferroviário e várias associações locais, elaborou um programa de atividades que incluem exposições, publicações e recriações históricas.
Entre 6 e 31 de Setembro, estará patente ao público, na Estação de caminhos-de-ferro, da Covilhã, a exposição “Na Linha desde 1891”. O momento alto destas comemorações terá lugar no dia 6 de Setembro, dia do 125º aniversário da chegada do comboio à cidade, com uma recriação histórica, também na Estação de CP, a partir das 18 horas, que contará com largas dezenas de figurantes. Este evento pretende recrear o programa da visita dos Reis Dom Carlos e Dona Amélia à Covilhã nos dias 6 e 7 de Setembro de 1891. Neste dia será ainda distribuída uma edição fac-similada do jornal publicado há 125 anos por Pedroso dos Santos, Presidente da Câmara da Covilhã e Governador Civil de Castelo Branco, intitulada “ 6 de Setembro de 1891”.
JORNAL DO FUNDÃO


A Real Estação da Covilhã em 1891

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

SENHORES DUQUES DE BRAGANÇA PRESENTES NO COCKTAIL DO DIA NACIONAL DE LUXEMBURGO




MALA DIPLOMÁTICA - Dia Nacional do Luxemburgo Foi num fim de tarde soalheiro que decorreu o cocktail comemorativo do Dia Nacional do Luxemburgo, nos jardins da Embaixada, na Rua das Janelas Verdes em Lisboa. 
O Dia Nacional do Grão-Ducado comemora-se tradicionalmente no aniversário do nascimento do Grão-Duque, sendo que a data escolhida originalmente era 23 de Janeiro, dia em que, no ano de 1896, nasceu a Grã-Duquesa Carlota (Charlotte), que reinou naquele país entre 1919 e 1964. 
Por razões climatéricas, a comemoração passou, desde 1961, a fazer-se a 23 de Junho, data estival que se mantém até hoje. 
A festa acabou por ser simultaneamente a ocasião para o Embaixador Paul Schmit fazer as suas despedidas antecipadas, já que o seu mandato termina no próximo mês de Agosto.
Revista Diplomática de 01-07-2016

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

DUARTE NUNO DE BRAGANÇA, AQUELE QUE DEVIA TER SIDO REI


Correm este ano quatro décadas sobre a morte daquele que poderia ter sido o salvador do Estado português. Salazar foi excessivamente português no tratamento da questão sucessória que era, afinal, a mais importante. Salazar, sabendo-o, não foi suficientemente lúcido para fazer essa escolha entre a restauração e o caos. Adiou, quis satisfazera todos, nem um sucessor escolheu e, finalmente, morreu e o poder passou para quem já evidenciava os traços desta gente que manda no país desde 1968. 

Salazar sabia que o Marcelo era um biltre, que dizia mal do regime e conspirava, mas deram-lhe o poder. Marcelo foi o grande responsável pela inviabilização da solução monárquica. Os Bragança haviam cumprido escrupulosamente tudo o que Salazar pedira por ocasião do regresso da família real a Portugal, mas nada lhes foi restituído, vivendo apartados da vida pública e do contacto com os portugueses. Foi-lhes até negado um trem de vida compatível com a sua condição. A família viveu numa pelintrice indigna e até a suprema afronta de lhe destinarem uma casa onde chovia. 

Era a faceta mesquinha e aldeã de Salazar. Podendo ter arranjado um Rei de graça, um excelente Américo Tomás de sangue azul, um homem gentil e de carácter muito alemão, preferiram o caminho mais cómodo, ou seja, nada fazer. 

A restauração devia ter ocorrido em 1955 ou 1956, mas o congresso da União Nacional de 1951 impediu-o. A União Nacional passou a ser republicana. O congresso, ao votar pelo encerramento da questão do regime, deixou de poder apontar um futuro estável após o passamento do seu líder e fundador. Marcelo conseguiu-o. Era a diferença entre Salazar e o Marcelo. Como camponês, Salazar entendia a monarquia como um dado relevante do carácter nacional; Marcelo via-a como uma limitação às suas ambições de micro-burguês cheio de complexos de classe. Durante os 14 anos que sobravam a Salazar, teriam formado uma inteira geração de servidores da Coroa. E o que tivemos logo a seguir ? A campanha do Delgado. Compreende-se que depois de 1958, os monárquicos se tenham despolitizado até aos extremos de hoje. 

Até partidos poderiam ter inventado. Com uma monarquia restaurada, não teria havido golpe, revolução nem descolonização nos termos em que esta se processou. Poderia, quando muito muito, ter havido um regime à europeia, mas muito ao centro, como houve em Espanha - algo como uma UCD - sendo até possível uma democracia com muitos traços da doutrina salazariana. Se se tivesse optado por essa solução, a descolonização ter-se-ia projectado para os anos 80 ou 90, quando a URSS entrou em colapso. Não esqueçamos que entre o 25/A e a chegada de Gorbachev medeiam apenas 9 anos. Teria então sido possível negociar com os movimentos. Em 1985 , com a URSS transformada num monte de entulho, eles já seriam bem mais mansos. Mesmo que Angola e Moçambique se tivessem tornado independentes, teriam ficado Cabo Verde, S. Tomé, Cabinda e Timor. 
Uma monarquia não requer grandes reis. Basta ter um Rei, é o suficiente. Como se vê, a monarquia não era apenas uma questão decorativa. Era central. Portugal teve essa oportunidade e deitou-a fora.

Miguel Castelo Branco

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

PLURALIDADE E DEBATE

Se é certo que desde a implantação violenta da república o movimento monárquico português enfrenta terríveis dificuldades de afirmação, tal deve-se não só à repressão mais ou menos agressiva que sofreu, mas sobretudo à dificuldade que os seus apoiantes vieram demonstrando em estabelecer prioridades que, para lá do indispensável debate de ideias, privilegiassem uma mensagem clara e de unidade: o apoio incondicional a uma instituição representativa da nossa identidade transgeracional como Nação de 900 anos de história, isto é, na Coroa Portuguesa, cujos direitos dinásticos estão na pessoa do Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança. 
Acontece que, sem que se veja sobressair um pensamento novo ou personalidade intelectual que marque a nossa geração, o debate entre as diferentes sensibilidades monárquicas nos dias que passam termina quase sempre em zangas tão insanáveis quanto pueris, o que compromete a já precária relevância pública da nossa Causa – nem que seja por desperdício de energias. 
Passados mais de cem anos sobre o 5 de Outubro de 1910, deveria constituir grande preocupação que a nossa geração não tenha ainda dado à luz uma obra digna desse nome para uma renovação do pensamento monárquico que fez história no século XX: então, tivemos personalidades ilustres e distintas como Jacinto Ferreira, João Camossa, João Taborda, Francisco Sousa Tavares ou Barrilaro Ruas, Mário Saraiva, António Sardinha, Hipólito Raposo, Pequito Rebelo, Almeida Braga, Alfredo Pimenta, e Alberto Monsaraz. Hoje, os poucos que pensam o assunto, as mais das vezes fazem-no levianamente nas redes sociais, consumindo-se numa disputa fratricida com os que afinal não deixam de ser seus correligionários. Se o debate de ideias é vital para a credibilidade e consistência da doutrina monárquica, mais decisiva será uma sã coexistência dos diferentes modos de pensar e de ler a realidade. Dessa forma enriquece-se a produção doutrinária e desloca-se o foco do conflito para aquilo que numa escala de valores correcta deveria ser o alvo prioritário da nossa acção: o combate ao ideário republicano (se é que ele existe) e aos (apesar de tudo poucos) facciosos que ainda o defendem. É nesse sentido que o Correio Real desde o seu primeiro número patrocina e desafia a contribuição de quantos se dignem a participar com diferentes opiniões e sustentadas perspectivas sobre História e Monarquia. 
Ainda que sob o signo do improviso e da falta de recursos, os inconformados bravos da Galiza que seguiram Paiva Couceiro para a rebelião armada, tradicionalistas ou liberais puseram de lado as suas bandeiras e sacrificaram-se pela mesma e comum causa maior: Portugal. Nisso devíamos seguir-lhes o exemplo, em homenagem aos nossos antepassados, em comunhão com o nosso Príncipe, para felicidade dos nossos sucessores.


João de Lancastre e Távora

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

ÚLTIMAS VAGAS PARA A ACADEMIA DE VERÃO DA JUVENTUDE MONÁRQUICA

O ex-ministro vai falar à JMP sobre o Rei dos Portugueses e a sua inclusão no Protocolo de Estado
O primeiro Presidente da Causa Real, tem muito para contar sobre a Causa onde a JMP se insere. A não perder, no primeiro dia da Academia de Verão.
 Joel, que tanto deu pelos jovens monárquicos, vai contar tudo o que é preciso saber sobre a o percurso da JMP até aos dias de hoje.
Luís Lavradio, antigo Presidente da Causa Real, vai falar à JMP sobre a modernidade das monarquias no século XXI.
João Távora vai ministrar-nos um workshop memorável!


Ainda há vagas para a Academia de Verão da Juventude Monárquica Portuguesa. A preparar as novas gerações para a construção de um Portugal melhor.

NOTA IMPORTANTE
Inscrição obrigatória para participar na Academia de Verão da JMP.
Lugares limitados!

O período de candidaturas encerra no dia 21 de Agosto.
Passos a seguir:
1. Preenchimento do formulário https://docs.google.com/…/1FAIpQLSeirJITgHV6hOuaB…/viewform…

2. Pagamento da taxa única de €12,50 para o IBAN PT50 0010 0000 52575120001 86 (Banco BPI) dentro do prazo de candidatura.
A taxa única dá acesso a todas as formações (debates, workshop, etc.), bem como a alojamento durante dois dias e alimentação. Sunset do dia 17 também incluído!

Para mais informações: geral@juventudemonarquicaportuguesa.pt

INSCREVA-SE AQUI


No sábado, dia 17 de Setembro, a Academia de Verão abre as portas ao público para um magnífico Sunset a partir das 19:00 na Quinta da Subserra em Alhandra (Vila Franca de Xira). Segue-se um churrasco patrocinado pela JMP, com muita música e animação!   

Entrada: a partir das 19:00 e até à 1:00 do dia 18,
  • gratuita para todos os apoiantes PPL e membros da direcção nacional da Causa Real (confirmações até dia 9 de Setembro),
  • €5,00 para o público em geral (inclui comida e bebida à descrição).

  Acesso: comboios da linha da Azambuja e autocarros«Boa Viagem»
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Mensagem do Presidente da JMPpara os participantes candidatos à Academia de Verão
“Só com a consciência, bem viva, do que somos, será possível levar a nossa mensagem a cada um dos jovens portugueses. Somos patriotas e por isso queremos o Rei, chefe natural, na cúpula do Estado, como elemento de moralização do sistema político e de equilíbrio entre as instituições. Não somos monárquicos por qualquer outro motivo. Só Portugal nos motiva.
Teremos bem esta consciência? Sabemos o que é ser monárquico? Percebemos o que é Portugal no mundo de hoje? Faz sentido ser patriota? Como monárquicos, sabemos adaptar a mensagem à juventude portuguesa? Como chegar a ela? Estas e outras questões serão debatidas na nossa Academia de Verão. Espero ver-te lá para aprendermos juntos e, como sempre, festejarmos Portugal.
Vem! Participa, por Portugal!”
Todas as informações aqui.
Inscrições aqui.




Fonte: Real Associação da Beira Litoral

terça-feira, 16 de agosto de 2016

REINAR NÃO É UM GANHA-PÃO!




O Rei tem um papel histórico: o de personificar o carácter nacional; porque o Monarca é o primeiro depositário da tradição dos antepassados dos homens e dos costumes da Nação.Além disso, a função Real é, de facto, um Serviço que é desempenhado com sentido de missão, pois constantemente sobre o escrutínio público o Rei procura exercer o melhor possível o seu Ofício dirigido no sentido do aperfeiçoamento constante e da defesa do bem comum.


A função Real é, de facto, um Ofício que deve desempenhar com sentido de missão, pois constantemente sobre o escrutínio público o Rei procura desempenhar o melhor possível o seu serviço dirigido no sentido do aperfeiçoamento constante.
Só o Rei terá uma superior consciência dos problemas nacionais, pois a educação de um Príncipe é orientada da forma que se entende ser a mais adequada ao melhor desempenho do seu futuro mester de Rei, de forma a reinar da forma mais útil e favorável para o País. Reinar é uma especialização na defesa dos interesses da Nação que nunca podem ser alvo de desdém e indiferença.
A mais-valia do Monarca consiste num misto de preparação, probidade e neutralidade, que evita que o Rei caia no aperto da impreparação – maduro a tomar decisões nunca saltará etapas que possam perigar o estado da Nação -, nunca tropeçará no embaraço da falta de ética, na enrascada do comprometimento, pois mantém uma posição de neutralidade em relação a questões políticas, imune a lobbies, sem compromissos unilaterais que fereriam a dignidade do poder moderador que se Lhe exige, enquanto Chefe de Estado.
A política, pela sua própria essência, campo de pelejas intermináveis, sobrecarregada de invejas, tem esse destino singular de ser ferida e acicatada, por questões, interesses e lobbies partidários, económicos e financeiros ou mesmo desta ou daquela classe social. Por isso não poucas vezes o bem comum não está suficientemente acautelado.
Assim a função de reinar elimina os comprometimentos e as frívolas promessas de campanha e torna a chefia do Estado merecedora de confiança, porque independente de calendários e questiúnculas eleitorais.
Ora, com a figura do Rei que exprime a virtude da dedicação ao bem comum e tem uma superior consciência dos assuntos nacionais, representando da forma mais ética possível a Nação, a Comunidade confia no Rei e revê-se nele, e quererá seguir-lhe o exemplo o que vai fazer repercutir nas instituições democráticas essa ordem.
No nosso ainda novo século, como em nenhum outro antes, testemunha-se nas repúblicas o maior desprezo pela política e pelas instituições, supostamente, democráticas, muito pelo que acontece nos gabinetes do actual sistema, em que políticos manhosos, empanturrados de afectação exercitam a poder com dominação achando-se depositários da jurisdição totalitária de abater a vontade do Povo.
Muitas vezes num ambiente de óbvias tensões, de uma enorme cadeia de causas e feitos, de inúmeros interesses individuais, é esse fim último de Bem Comum que só uma figura totalmente livre e independente pode ter o discernimento para perceber. Essa liberdade, absolutamente necessária, só um Rei possui: “Nosso Rei é livre!”, O Rei, também, protege e ama o Povo e a Nação e todas as suas coisas; aos primeiros ama como um Pai e as suas coisas guarda como se fossem Suas. Lembremo-nos da célebre tirada d’ El-Rei Dom João II: ‘Quero que se entenda que a Bandeira Portuguesa defende e protege até um papagaio!’
Servir! – Sempre servir… o Povo, a Nação, até à morte e até depois dela… pelo exemplo!
Miguel Villas-Boas – Plataforma de Cidadania Monárquica

REINAR NÃO É UM GANHA-PÃO!




O Rei tem um papel histórico: o de personificar o carácter nacional; porque o Monarca é o primeiro depositário da tradição dos antepassados dos homens e dos costumes da Nação.Além disso, a função Real é, de facto, um Serviço que é desempenhado com sentido de missão, pois constantemente sobre o escrutínio público o Rei procura exercer o melhor possível o seu Ofício dirigido no sentido do aperfeiçoamento constante e da defesa do bem comum.


A função Real é, de facto, um Ofício que deve desempenhar com sentido de missão, pois constantemente sobre o escrutínio público o Rei procura desempenhar o melhor possível o seu serviço dirigido no sentido do aperfeiçoamento constante.
Só o Rei terá uma superior consciência dos problemas nacionais, pois a educação de um Príncipe é orientada da forma que se entende ser a mais adequada ao melhor desempenho do seu futuro mester de Rei, de forma a reinar da forma mais útil e favorável para o País. Reinar é uma especialização na defesa dos interesses da Nação que nunca podem ser alvo de desdém e indiferença.
A mais-valia do Monarca consiste num misto de preparação, probidade e neutralidade, que evita que o Rei caia no aperto da impreparação – maduro a tomar decisões nunca saltará etapas que possam perigar o estado da Nação -, nunca tropeçará no embaraço da falta de ética, na enrascada do comprometimento, pois mantém uma posição de neutralidade em relação a questões políticas, imune a lobbies, sem compromissos unilaterais que fereriam a dignidade do poder moderador que se Lhe exige, enquanto Chefe de Estado.
A política, pela sua própria essência, campo de pelejas intermináveis, sobrecarregada de invejas, tem esse destino singular de ser ferida e acicatada, por questões, interesses e lobbies partidários, económicos e financeiros ou mesmo desta ou daquela classe social. Por isso não poucas vezes o bem comum não está suficientemente acautelado.
Assim a função de reinar elimina os comprometimentos e as frívolas promessas de campanha e torna a chefia do Estado merecedora de confiança, porque independente de calendários e questiúnculas eleitorais.
Ora, com a figura do Rei que exprime a virtude da dedicação ao bem comum e tem uma superior consciência dos assuntos nacionais, representando da forma mais ética possível a Nação, a Comunidade confia no Rei e revê-se nele, e quererá seguir-lhe o exemplo o que vai fazer repercutir nas instituições democráticas essa ordem.
No nosso ainda novo século, como em nenhum outro antes, testemunha-se nas repúblicas o maior desprezo pela política e pelas instituições, supostamente, democráticas, muito pelo que acontece nos gabinetes do actual sistema, em que políticos manhosos, empanturrados de afectação exercitam a poder com dominação achando-se depositários da jurisdição totalitária de abater a vontade do Povo.
Muitas vezes num ambiente de óbvias tensões, de uma enorme cadeia de causas e feitos, de inúmeros interesses individuais, é esse fim último de Bem Comum que só uma figura totalmente livre e independente pode ter o discernimento para perceber. Essa liberdade, absolutamente necessária, só um Rei possui: “Nosso Rei é livre!”, O Rei, também, protege e ama o Povo e a Nação e todas as suas coisas; aos primeiros ama como um Pai e as suas coisas guarda como se fossem Suas. Lembremo-nos da célebre tirada d’ El-Rei Dom João II: ‘Quero que se entenda que a Bandeira Portuguesa defende e protege até um papagaio!’
Servir! – Sempre servir… o Povo, a Nação, até à morte e até depois dela… pelo exemplo!
Miguel Villas-Boas – Plataforma de Cidadania Monárquica

sábado, 13 de agosto de 2016

VIVAM OS SOLDADOS DA PAZ!


Têm como lema "Vida por Vida" - um lema exemplar desse altruísmo cívico que sustenta a sua existência como Bombeiros Voluntários! Porém, voluntários ou profissionais, os Bombeiros que, durante todo o ano, conduzem ambulâncias, assistem acidentes, acorrem aos incêndios ou às inundações são, de facto, os Heróis do Verão... enquanto os dias e as noites correm ardentes e enormes, os Bombeiros lutam até à exaustão contra o fogo e não dão tempo ao medo de os alcançar... Os incêndios, ateados cruelmente por lógicas que se podem imaginar mas que nada justifica, grassam e devastam o território, sem compaixão pelas vidas destruídas e os bens arruinados... Os Bombeiros vivem e dão a vida por todos nós... precisam de mais apoio - um apoio que, inquestionavelmente, merecem... além de sempre, sempre!, a nossa maior admiração. Os Bombeiros chamam-se justamente porque o são: Soldados da Paz.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

631ºANIVERFSÁRIO DA BATALHA DE ALJUBARROTA


Comemoração do Aniversário da Batalha Real

Durante o dia a população vai poder assistir a vários momentos que passam por Missa, Cerimónia Militar, Recriação do Combate Medieval às vésperas da Batalha de Aljubarrota e Apresentação dos trabalhos ao Prémio António Sommer Champalimaud

Manhã

10h00 Missa Campal, no altar da Batalha Real

11h00 Cerimónias Militares, com presença de 120 militares em parada

Prémio António Sommer Champalimaud

Tarde

Durante a Tarde Visitas ao Campo da Batalha e participação de Actividades Lúdicas, desenvolvido pelo Serviço Educativo do Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota

18h30 Recriação do Combate Medieval às vésperas da Batalha de Aljubarrota, desenvolvido pelo Vivarte, com participação de jovens de instituições de solidariedade social e de todos os que se queiram juntar (inscrições junto do CIBA – Serviço Educativo- contactar via facebook)


quarta-feira, 10 de agosto de 2016

L'ECRIN DE LA DUCHESSE DE BRAGANCE

Depuis son mariage en 1995 à Lisbonne avec dom Duarte, duc de Bragance, Chef de la maison royale de Portugal, Isabel de Castro Curvello de Heredia, a assisté à plusieurs grands événements du Gotha, l’occasion de montrer en public les plus belles pièces de son écrin principalement composé de diamants. (Copyright photos : getty images, pa & DR)